O gáudio do sangue, segundo a tradição

O problema dos touros de morte, caros(as) aficcionados(as) não reside sequer no sacríficio do bicho na arena do traditionis circus, o que, considerando que é morte, apenas morte, não me parece mais indigna que a do matadouro industrial, onde nem se olha à nobreza do animal, e se ri, igualmente sem dó, do fracasso da besta perante as mãos humanas indiferentes - e conta-se uma anedota grossa ali mesmo ao lado!
O problema dos touros de morte está nesse pormenor de o circo ser espectáculo cuja tradição já deu o que tinha a dar - porque nem todas as tradições valem em energia humana e cósmica o que custa a sua manutenção, e as mentes mudam.
O problema dos touros de morte é que nenhuma tradição justifica o gaúdio do sangue. Nem a da religião. Ao Islão, criticamo-lo muito pelo derramamento de sangue. Curioso!
Para sobreviver, no que respeita ao substituível bife, ainda me calo. Mas de resto, quem aprecia os animais, a sua nobreza, o porte, movimentos, deveria observá-los no local próprio, ou seja, no pasto, na natureza. Mortos não têm grande porte, grande nobreza, etc.
Portanto, tourada, com ou sem morte, não!
O problema dos touros de morte está nesse pormenor de o circo ser espectáculo cuja tradição já deu o que tinha a dar - porque nem todas as tradições valem em energia humana e cósmica o que custa a sua manutenção, e as mentes mudam.
O problema dos touros de morte é que nenhuma tradição justifica o gaúdio do sangue. Nem a da religião. Ao Islão, criticamo-lo muito pelo derramamento de sangue. Curioso!
Para sobreviver, no que respeita ao substituível bife, ainda me calo. Mas de resto, quem aprecia os animais, a sua nobreza, o porte, movimentos, deveria observá-los no local próprio, ou seja, no pasto, na natureza. Mortos não têm grande porte, grande nobreza, etc.
Portanto, tourada, com ou sem morte, não!

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