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soc-anonima 1.txt
é do mar que te escrevo, meu amor. deste imenso mar gelado ao largo da ponta de sagres. estou rodeada de algas. limos por entre os dedos e as pernas. é aqui que me arrogo o direito à beleza do vazio. desafio a vida. queria dizer-te, meu amor, que este foi o caminho possível. umas braçadas de encontro à alma.
soc-anonima 2.txt
criança cristalizada
trago num bolso algumas pedras e folhas emprestadas a outonos distantes e, noutro, a areia de um deserto próximo. vacilo.
soc-anonima 3.txt
excentro-me. parto daqui para o limite do mundo circunferente para lá de mim. infinito-me. disperso o olhar pelo voo perimetrial da tua ausência esgotada. morro-me.
é do mar que te escrevo, meu amor. deste imenso mar gelado ao largo da ponta de sagres. estou rodeada de algas. limos por entre os dedos e as pernas. é aqui que me arrogo o direito à beleza do vazio. desafio a vida. queria dizer-te, meu amor, que este foi o caminho possível. umas braçadas de encontro à alma.
soc-anonima 2.txt
criança cristalizada
trago num bolso algumas pedras e folhas emprestadas a outonos distantes e, noutro, a areia de um deserto próximo. vacilo.
soc-anonima 3.txt
excentro-me. parto daqui para o limite do mundo circunferente para lá de mim. infinito-me. disperso o olhar pelo voo perimetrial da tua ausência esgotada. morro-me.
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